Padre pede R$ 759 mil na Justiça após vídeos vazarem; TJ suspende parte de decisão

Padre Luciano Braga Simplício chefiava a paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Nova Maringá Leia mais em: https://veja.abril.com.br/brasil/padre-flagrado-com-noiva-de-fiel-defesa-do-noivo-se-pronuncia/
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O padre Luciano Braga Simplício entrou na Justiça pedindo R$ 759 mil por danos morais após a divulgação de vídeos gravados na casa paroquial de Nova Maringá, em outubro de 2025.

A ação é contra pessoas que teriam gravado e divulgado as imagens, além de empresas de comunicação e plataformas digitais. O padre também pede a remoção de vídeos, fotos e reportagens sobre o caso.

Entre os citados estão veículos como Abril, SBT, Globo, Record, Terra, Metrópoles, Editora O Dia e Agência Brasileira de Conteúdo Digital.

Em decisão de junho de 2026, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) tomou uma decisão parcial no caso.

A Justiça manteve, de forma provisória, a ordem para retirada de conteúdos específicos já identificados, como vídeos e imagens ligados ao episódio.

Por outro lado, o Tribunal suspendeu a exigência de que veículos e plataformas façam bloqueio prévio de novas publicações, entendendo que isso poderia configurar censura prévia e afetar a liberdade de imprensa.

O recurso foi apresentado pela Globo, que alegou que o conteúdo tem caráter jornalístico e trata de tema de interesse público.

O caso ainda não foi julgado de forma definitiva. O pedido de indenização segue em análise na Justiça.