A Prefeitura de Sinop realizou, na manhã desta quinta-feira (17), um encontro para construir propostas do Plano Municipal de Metas de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Participaram representantes de secretarias, forças de segurança, Justiça, conselhos, sociedade civil e da rede de proteção.
Os participantes foram divididos em grupos de trabalho para discutir quatro eixos do plano: Educação e Comunicação; Atendimento e Segurança Pública; Justiça e Atenção às Vítimas; e Governança.
A coordenadora de Políticas Públicas para as Mulheres, Branca, informou que a elaboração do plano envolve diferentes instituições e segue diretrizes dos planos Nacional e Estadual. Segundo ela, após a definição de ações, metas e indicadores, o documento será encaminhado para formalização e envio ao Estado.
A gestora de Programas e Projetos, Lauren Menegon, afirmou que o planejamento deve auxiliar o município na busca por recursos junto aos governos estadual e federal, por meio do Ministério das Mulheres.
A presidente da Rede de Enfrentamento, Eliane dos Santos, destacou a participação das instituições e a importância do planejamento, monitoramento e avaliação das ações, além do trabalho preventivo com crianças e adolescentes.
O promotor de Justiça Pedro Figueiredo informou que o plano tem foco na continuidade das políticas públicas ao longo dos próximos anos, independentemente de gestões.
A delegada da Delegacia da Mulher, Renata Evangelista, afirmou que a integração entre os órgãos deve contribuir para melhorar o atendimento às vítimas e reduzir os índices de violência.
A major Priscila Megier destacou que as forças de segurança costumam ser o primeiro contato das vítimas e que a integração entre instituições fortalece o atendimento.
A sargento Marineia, da Patrulha Maria da Penha, informou que o trabalho da equipe ocorre após o registro da ocorrência, com acompanhamento das vítimas que possuem medidas protetivas.
A coordenadora Marilene Pereira destacou a importância de incluir no plano as demandas de mulheres de diferentes grupos, como negras, indígenas e quilombolas.
A diretora da Unesin, Daniela Melhorança, ressaltou a importância da educação, da comunicação e da participação da sociedade no enfrentamento à violência contra a mulher.





