Lídia Catarina Maria Bellincanta, uma das pioneiras de Sinop, morreu aos 93 anos. Conhecida como Dona Lídia, ela deixou um legado significativo de atuação em causas sociais e contribuições para o desenvolvimento do municipio.
Dona Lídia chegou a Sinop no início dos anos 80, vinda do Mato Grosso do Sul, com a família. Ela foi uma integrante da Casa da Amizade, do Rotary Club, e dedicou anos a ações beneficentes. Além disso, foi uma incentivadora para a instalação do Colégio Católico Regina Pacis.
A família de Lídia teve ainda um papel fundamental na economia de Sinop, fundando a S4 Madeiras, uma das principais indústrias madeireiras da época, e o frigorífico Frialto.
Nos últimos dias, Lídia Bellincanta enfrentou problemas de saúde e ficou internada na UTI. Após um período, ela voltou para casa, onde veio a óbito. O velório está sendo realizado no Memorial Luz e Vida, e o sepultamento acontece nesta manhã (04), no cemitério municipal de Sinop.
Lídia deixa quatro filhos, nove netos. O esposo, Arlindo Bellincanta, faleceu há cinco meses aos 98 anos.





