‘Time que está ganhando’: A estratégia de Dorner e a aprovação nas urnas

A equipe de Roberto Dorner comemora sua reeleição (foto: reprodução)
Espaço Patrocinado

Na política de Sinop, a construção de uma gestão sólida foi o que garantiu a reeleição de Roberto Dorner, reforçada pela máxima usada durante a campanha: “Time que está ganhando não se mexe.” Essa estratégia foi uma resposta clara aos ataques direcionados à sua equipe, especialmente à secretária de governo, Faira Strapazzon, e ao procurador jurídico, Ivan Schneider, que se tornaram alvos centrais da oposição em uma tentativa de enfraquecer o grupo consolidado por Dorner.

Desde o primeiro ano de mandato, tanto Faira quanto Schneider foram figuras cruciais na administração, com papéis que ajudaram a moldar a estabilidade e eficiência do governo. No entanto, à medida que se aproximava a eleição para o segundo mandato, a oposição intensificou as críticas. Faira Strapazzon, conhecida por sua atuação próxima do prefeito, foi acusada de assumir funções que deveriam ser exclusivamente de Dorner. A oposição usou sua visibilidade pública como argumento para sugerir que ela estava, de fato, administrando a prefeitura no lugar do prefeito, numa clara tentativa de desestabilizar a confiança no grupo.

Ivan Schneider, por sua vez, enfrentou críticas relacionadas à sua função jurídica. Como responsável por garantir a legalidade das ações do governo, Schneider também foi alvo de desconfianças, com a oposição buscando minar sua credibilidade. Contudo, assim como no caso de Faira, as investidas não foram suficientes para abalar a confiança do prefeito em seus principais aliados.

Ao longo da campanha de reeleição, Roberto Dorner e a equipe não cederam às pressões e mantiveram a mesma estrutura administrativa que deu base ao primeiro mandato. O slogan “Time que está ganhando não se mexe” foi adotado como uma resposta direta aos ataques recebidos. E deu certo. Com 68,41% dos votos, Dorner foi reeleito com folga, o que confirmou a aprovação da população ao trabalho feito até então e a rejeição das críticas direcionadas à sua equipe.

O resultado nas urnas não apenas reafirmou a liderança de Roberto Dorner, mas também consolidou a posição de Faira Strapazzon e Ivan Schneider como pilares da gestão. Ambos, apesar das críticas recebidas, demonstraram-se firmes e resilientes. Faira, com sua capacidade de articulação entre as secretarias, e Schneider, assegurando a conformidade jurídica, foram fundamentais para o governo de Roberto Dorner.

Essa linha do tempo, desde as primeiras críticas até a vitória nas urnas, evidencia que, para o grupo de Roberto Dorner, a união e a consistência dentro da equipe foram os maiores trunfos contra os ataques externos. E a decisão de não mexer em um time vencedor foi, claramente, validada pela maioria dos eleitores.