Os professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) decidiram rejeitar a última proposta de reajuste salarial apresentada pelo governo Lula e continuar com a greve iniciada em 15 de abril de 2024.
A proposta do governo, divulgada na quarta-feira (19), incluía aumentos graduais de 13,6% a 31,2% a serem implementados até 2026, mas não previa reajuste para 2024.
A decisão de rejeitar a proposta foi tomada em assembleias nesta sexta-feira (21) realizadas pelos professores, que consideraram a falta de reajuste imediato e a oferta insuficiente para cobrir as perdas salariais acumuladas nos últimos anos.
A UFMT possui campi em Cuiabá, Rondonópolis, Barra do Garças, Pontal do Araguaia e Sinop, além de centros de educação a distância e instalações de pesquisa. A universidade atende mais de 27 mil estudantes em todo o estado.
O governo Lula afirmou que a proposta atual é a última oferta disponível dentro do orçamento e que está aberto a negociações futuras, mas sem previsão de novos reajustes para este ano.





