Suspeitos de matar pastor alegam legítima defesa, mas seguem soltos

Severino Amaro de Lima, vítima do crime
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Três homens suspeitos de assassinarem o pastor Severino Amaro de Lima, de 70 anos, se apresentaram à Polícia Civil nesta quarta-feira (4), em Tangará da Serra. Durante o interrogatório, eles alegaram legítima defesa, mas a polícia descartou essa versão, já que os suspeitos estavam em maior número.

O líder religioso foi morto a facadas no domingo (2), ao tentar proteger um inquilino durante uma discussão. Segundo a investigação, ele tentou impedir que os suspeitos, integrantes de uma facção criminosa, atacassem o mecânico que almoçava em sua casa no Bairro Monte Líbano.

O caso

Os suspeitos invadiram a residência para cobrar o mecânico, que prestava serviços ao grupo. Conforme a polícia, o pastor, que era proprietário de um conjunto de kitnets na região, tentou intervir, mas foi atacado e morreu no local.

Como os suspeitos se apresentaram dias depois, não houve flagrante, e eles permanecerão em liberdade enquanto a investigação prossegue. A polícia confirmou que o pastor não tinha qualquer relação com os criminosos ou com o crime organizado.