Funcionárias da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável de Várzea Grande emitiram uma nota de repúdio em defesa do secretário da pasta, Jean Lucas Teixeira de Carvalho, após denúncias de assédio moral e sexual feitas por uma ex-servidora.
O caso ganhou repercussão nas redes sociais e na imprensa, mas, na nota assinada por servidoras efetivas e comissionadas, as funcionárias afirmam que as acusações não têm fundamento. Segundo elas, Jean Lucas nunca apresentou conduta inadequada, nem de cunho sexual nem administrativo.
“O secretário sempre garantiu a todos os servidores tratamento respeitoso e amigo, nos tratando com igualdade e empatia”, afirma o texto.
A nota também sugere que a denunciante buscava privilégios no trabalho, como horários e remuneração diferenciados, e que a suspensão desses benefícios após a posse do secretário pode ter motivado a acusação.
As servidoras classificaram a denúncia como “um ato covarde e desproporcional” e manifestaram repúdio à tentativa de “vingança” que, segundo elas, prejudica a imagem da administração pública.
O caso continua sendo investigado.
Veja a nota na íntegra:
As servidoras da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável de Várzea Grande, que abaixo subscrevem, tanto do quadro efetivo quanto comissionadas, em decorrência da matéria vinculada em dois sites de notícias da internet, que acusa o Secretário da Pasta, Jean Lucas Teixeira de Carvalho, a promover assédio sexual e moral em face de uma antiga servidora da pasta, registram neste ato público que:
Nunca foi observado por nós qualquer conduta negativa por parte do Secretário, tanto de cunho sexual quanto de ordem administrativa. A bem da verdade, o Secretário sempre garantiu a todos os servidores sob sua gestão quanto aos que buscam a secretaria visando atendimento do município, tratamento respeitoso e amigo, nos tratando com igualdade e empatia.
Em relação à servidora denunciante, é do conhecimento de todos no âmbito interno da secretaria, que sempre buscou tratamento diferenciado tanto no que se refere a horários quanto a remuneração, deixando claro que havia um compromisso assumido por alguém com ela que permitisse ser diferente. Tal tratamento foi cessado com a posse do então secretário, o que certamente gerou a revolta da denunciante.
O que pode ter acontecido, no máximo, foram atos de admoestação por parte do secretário à servidora, assim como a qualquer outro que, a seu exemplo, insiste em se beneficiar da condição de servidor público sem empenho e comprometimento, contribuindo para fomentar um conceito negativo existente na sociedade em relação à nossa classe.
Neste contexto, REPUDIAMOS o intento covarde e desproporcional da servidora e como mulheres, sendo algumas mães, não podemos pactuar com o que ela fez, uma vez que imputar a alguém perseguição sexual e moral com objetivo claramente de vingança depõe contra a própria intenção da suposta vítima, que é a da proteção de seus direitos subjetivos.





