Segundo a denúncia, Lucas foi submetido a um intenso exercício de natação, durante o qual teve dificuldades e precisou usar um flutuador para descansar. No entanto, o capitão teria ordenado várias vezes que ele soltasse o equipamento de segurança. Em um determinado momento, o soldado acusado teria retirado o flutuador do aluno e aplicado “caldos” (submersões forçadas), levando Lucas a se afogar e morrer no local.

O Ministério Público de Mato Grosso pediu uma indenização superior a R$ 1 milhão para a família da vítima, alegando negligência e imprudência por parte dos militares envolvidos.
As defesas dos acusados alegam que não houve intenção de causar dano e que não existem provas suficientes contra eles.
A Corregedoria do Corpo de Bombeiros está conduzindo uma reconstituição para esclarecer o caso.





