Profissionais de oito unidades de saúde em Sinop entraram em greve nesta sexta-feira (08) devido ao atraso salarial de novembro. O movimento também é um protesto contra a reforma trabalhista promovida pela empresa que gerencia as unidades de saúde em Sinop
Segundo informações obtidas, a greve paralisou 70% das atividades, mantendo apenas os atendimentos de urgência e emergência. O tempo de duração da paralisação é indeterminado.
A reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Sinop, que, até o momento, não se posicionou.
Alerta de greve
A paralisação dos profissionais foi anunciada durante um protesto na Câmara Municipal no último dia 28. Eles manifestam contra fim do contrato por CLT para adoção do pagamento por horas trabalhadas, proposto pelo novo instituto que assumiu a gestão das unidades de saúde. A proposta retira direitos, como férias, décimo terceiro e outros benefícios.

A categoria pede equiparação salarial entre terceirizados e efetivos, reunião com o instituto que administra as unidades, cumprimento do calendário geral da prefeitura sem divergências entre terceirizados e municipais, e aumento salarial que não ocorre há 5 anos.





