Caso Pietro: Polícia comprova causa da morte por maus-tratos, mas não confirma padrasto e mãe como autores

laudo apontou traumatismo como causa da morte de bebê - reprodução
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A Polícia Civil de Sinop, em coletiva de imprensa, nesta terça-feira (22), informou que ainda não há indícios suficientes que apontem os responsáveis pelos maus-tratos que levaram a morte do bebê, de 2 meses, no penúltimo sábado (12), em Sinop.  A criança deu entrada inconsciente na UPA (Unidade de Pronto Atendimento), com sinais de espancamento e queimaduras, e morreu por traumastimo craniano, de acordo com laudo médico do Hospital Regional de Tangará da Serra.

Ontem (21), a perícia técnica realizou reconstituição na casa do padrasto do bebê.  A versão apresentada pela família é que a criança foi encontrada chorando na rede com um hematoma na cabeça. O menino foi levado no dia seguinte por um familiar para a unidade de saúde.

Bebê deu entrada inconsciente na UPA- reprodução

Segundo a delegada Renata Evangelista, a investigação ainda não comprovou os autores do crime e solicitou os mandados de internação ao padrasto e a mãe da criança  por medidas de segurança.

“A internação provisória foi solicitada em razão deles estarem sofrendo ameaças de morte por uma organização criminosa. Cabe ressaltar que a gente não tem determinação de quem tenha sido os autores, a gente não pode afirmar que os adolescentes tenham sido os autores da morte da criança”, declarou.

A Polícia Civil aguarda o laudo da necropsia e o resultado da perícia de reconstituição.